Segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Carga viral diminuindo HIV com AutoHemoTerapia

https://www.facebook.com/notes/estrada-para-a-sa%C3%BAde-a-verdade-a-nosso-favor-/carga-viral-diminuindo-hiv-com-autohemoterapia/258323531014553


HIV com AutoHemoTerapia
Por Patricia Carvalho, Domingo, 13 de abril de 2014 às 22:58

aqui comecei com a AUTOHEMOTERAPIA em 06/12/12 com uma carga viral em 19.731 e o CD4 em 533

MEUS RESULTADOS DE EXAMES DESDE QUE COMECEI COM A

AUTOHEMOTERAPIA

DATA CARGA VIRAL CD4

20/10/11 12.378 822

15/03/12 14.992 642

19/02/12 44.741 624

06/12/12 19.731 533 primeira aplicação de AHT

21/03/13 15.303 414 Uso do limão com Azeite

20/06/13 6.588 469

21/11/213 4.159 420



Último resultado em 21/11/213

4.159 420
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012

Portador de HIV testemunha melhoras com a auto-hemoterapia

Autohemoterapia Brasil
beneficios


Quarta-feira, 5 de setembro de 2012 - 13:13:19

Melhoras

Ola! vou relatar aqui minha experiencia com auto-hemoterapia e seus beneficios , talvez voce esteja como eu estive a um tempo atraz sem esperanca, fraco ,depremido e sem forcas... era assim que eu me encontrava quando descorbi que tinha adquirido o virus do HIV, no final de 2010 , procurei por algum metodo que pudesse me ajudar a viver sem precisar tomar os coquiteis.Entao minha queridissima mae , me apresentou um video do Dr Luiz moura no youtube , falando sobre a Auto-hemo, e vi uma moca muito bonita fazendo tambem e aplicando nas nadegas,resolvi tentar aplicar em mim mesmo mas sem exito pois eu ficava muito nervoso e era sangue pra todo lado rsrs.ao passar do tempo vi que so eu mesmo poderia me fazer isso por mim.E ao aprender tecnicas de aplicacao de injecao na Net finalmente criei coragem e fiz primeiro com 20 ml em uma so coxa o maior musculo da perna , esse comporta bem os 20 ml, depois eu alternava em um perna e outra,Hoje diminuir o volume de sangue para 15 ml .Minhas melhoras foram na segunda aplicacao ja sentia uma diferenca , onde nao tinha forcas para trablhar me veio uma forca tremenda.Passou a sonolencia que eu sentia ,amidalite tambem passou nunca mais eu tive uma crise,Gripe e muito dificil as vezes eu nem pareco que tenho esse maldito virus,pois tenho uma vida normal.Faco aplicacao de 5 em 5 dias nunca parei de fazer.ja estou na 55 aplicacoes e estou super bem , junto com a oracoes ao TODO PODEROSO que creio eu pode curar qualquer doenca, creio que vou ser curado em breve.Meu CD 4 ao descobrir o resultado do exame era de 380 caiu com uns meses para 286 ai comecei a Auto-hemo e ele subiu para 389 espero ainda passar dos 1000 pois esse e meu foco.Portanto meu amigo , minha amiga que esta nessa situacao nao temas Creia no Eterno Criador e nessa maravilhosa tecnica que o nosso amado Dr Medico verdadeiro nao vendido a industria nos ajudou a conhecer Dr Luiz Moura obrigado, Obrigado ao meu mestre Yeshua (Jesus).

Roberto Galvao
Recife

http://www.hemoterapia.org/depoimentos/melhoras.asp
Auto-Hemoterapia: Informações, Debates, Depoimentos, Publicações e Vídeos.
www.hemoterapia.org
Espaço virtual dedicado à Auto-Hemoterapia. Informações, Debates, Depoimentos, Publicações e Vídeos.
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012

Igreja Universal faz 35 anos e conquista milhões de fiéis em quase 200 países

Igreja Universal faz 35 anos e conquista milhões de fiéis em quase 200 países

A reportagem especial do Domingo Espetacular mostra um raio-x com todos os detalhes dos 35 anos de história da Igreja Universal do Reino de Deus. Toda essa história também é apresentada com detalhes no livro Nada a Perder - Momentos de Convicção que Mudaram a Minha Vida (Editora Planeta), primeiro de uma trilogia na qual o bispo Edir Macedo conta como se tornou um dos maiores pregadores evangélicos do mundo.

http://cenaculocidadekemel.blogspot.com.br/2012/08/igreja-universal-faz-35-anos-e.html
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012

Estamos vivendo um momento de grande abertura para o tratamento da auto-hemoterapia






Ida Zaslavsky
Queridos Todos!!!

Estamos vivendo um momento de grande abertura para o tratamento da auto-hemoterapia que tem recebido destaque e espaço positivo para apresentação e esclarecimentos.
Tenho me colocado a frente de alguns meios de discussão, inclusive da imprensa e faço aqui uma reflexão e convite: vamos nos manifestar mais, pegar juntos, reagir, pois este não é mais um período de pressão contrária, ao contrário é de estarmos mostrando nossa satisfação com um tratamento que só beneficia, desfaz problemas físicos, tem um baixo custo para ser usado por muitas pessoas e nós que já temos consciência disto somos os encorajadores.
Este espaço dos grupos tem sido para debates, esclarecimentos, encontrar pessoas que aplicam, relatos importantes e,minha intenção com o livro não passa simplesmente pelo lado comercial/financeiro. Antes disso, passa pelo aprendizado e exemplo que obtive e obtenho do encorajamento e perseverança do Dr Luiz Moura quando me diz: "Está tudo andando tão bem agora."

Estes resultados de nossas lutas estão sendo reais e concretos, vamos vibrar juntos???!!!!
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Domingo, 29 de Julho de 2012

5º episódio - "A Bactéria Devastadora"

Autohemoterapia Brasil compartilhou um status
23 de Julho
Dr. Jorge Martins Cardoso - Artigo 98 - 5º episódio.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

Artigo 98 - (XCVIII)

Inflamações, infecções e complicações...

5º episódio - "A Bactéria Devastadora" - A estudante americana Aimee Copeland, de 24 anos, aproveitou a terça-feira de folga, 1º de maio, para relaxar na pequena cidade de Tallapoosa, no estado da Georgia (a*). Com apenas 3.000 habitantes, Tallapoosa é conhecida pelas atividades aquáticas no rio que a corta e leva seu nome. Aimee escolheu a tirolesa (b*). Logo no início da travessia, porém, a corda na qual ela se agarrava rompeu-se e a moça caiu na água. O acidente deixou um corte em sua panturrilha esquerda. (1).

1º intervalo musical - Olha que coisa mais linda/mais cheia de graça/que vem e que passa/no doce balanço a caminho do mar.

Levada ao hospital, recebeu 22 pontos cirúrgicos e a indicação de ir para casa e tomar analgésico. Três dias depois, Aimee foi internada com febre alta e dores na perna machucada. Os exames revelaram que ela havia contraído uma doença infecciosa grave e rara, chamada fasciite necrosante, causada por um tipo de bactéria que vive na água, a Aeromonas hydrophila. O microorganismo invadira seu corpo por meio do ferimento. No mesmo dia da internação, Aimee teve a perna esquerda amputada. Até a semana passada, ela havia perdido o pé direito, as duas mãos e parte do abdômen. (1).

2º intervalo musical - Moça do corpo dourado/do sol de Ipanema/o seu balançado é mais que um poema/é a coisa mais linda que eu já vi passar.

A aeromonas hydrophila é uma bactéria extremamente tóxica. Cinco em cada dez pacientes acometidos por ela morrem em 48 horas. Chamadas de comedoras de carne, tais bactérias se alimentam da gordura subcutânea. Enquanto se multiplica, o microorganismo libera a toxina A, um composto capaz de provocar a morte instantânea das células atingidas. A velocidade de destruição causa um segundo dano. "As células mortas eliminam outras substâncias tóxicas que caem na corrente sanguínea agravando a infecção", diz o infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. (1).

3º intervalo musical - Ah, porque estou tão sozinho/Ah, porque tudo é tão triste/ Ah, a beleza que existe/a beleza que não é só minha/que também passa sozinha.

Há outra agravante. A bactéria acaba sendo protegida pelos tecidos mortos ao seu redor, e os medicamentos não podem atingi-la, ante a inexistência de circulação de sangue próximo dela. O tratamento é cirúrgico - 70% dos pacientes sofrem amputação. Além da Aeromonas hydrophila, há outras bactérias produtoras da toxina A, de efeito semelhante. Entre elas, Staphylococcus aureus (presente na pele) e Clostridium perfringens (presente no solo). (1).

4º intervalo musical - Ah, se ela soubesse/que quando ela passa/o mundo inteirinho se enche de graça/e fica mais lindo/por causa do amor/por causa do amor/por causa do amor.

Na maioria das vezes, o sistema imunológico combate naturalmente essas bactérias. Tratamento: remoção do tecido necrosado e uso de antibiótico, sobretudo a penicilina. (1).

Vejamos o que diz o livro de microbiologia médica sobre a bactéria Aeromonas hydrophila. A danadinha é encontrada no capítulo 20, quando estudamos Microrganismos Patogênicos Diversos. A Aeromonas hydrophila é um bastonete Gram-negativo, móvel, comumente encontrado em produtos marinhos, solo, alimentos, e, raramente, a partir de fontes humanas. Pode encontrar-se em bacteremias, em pessoas com as defesas orgânicas seriamente comprometidas. Também isola-se, ocasionalmente, de fezes de pacientes com diarréia. (2).

Pesquisando sobre a gravíssima fasciite necrosante (agradecemos a valiosa colaboração do nosso querido amigo Dr. Google), descobrimos que em abril de 1994, no Hospital Geral de Gloucester (Inglaterra), ocorreram alguns casos dessa enfermidade, o que foi abordado com muito sensasionalismo pelos jornais britânicos "Evening Standard" e "Daily Mirror". Em agosto de 1994, no Brasil, a revista SUPER Interessante também divulgou o assunto com o título: "Fasciite necrolizante e Estreptococo A: Bactérias que mordiam". À expressão "bactéria devoradora de carne humana", a revista retrucou: Outra imagem que não procede é da bactéria comendo os tecidos do corpo. "Devoradora?", espanta-se o médico Phillipe Lagrange, do Hospital Saint Louis, de Paris. "Ora, o estreptococo não devora nada. Os tecidos são destruídos pela reação do organismo à sua presença". Segundo Lagrange, o micróbio induz o corpo a realizar essa destruição, porque é do seu interesse. "O pus e as enzimas de defesa só facilitam a sua propagação." (3).

De acordo com especialistas, para que a fasciite necrotizante apareça, é preciso que o paciente esteja imunodeprimido (com o número de céulas de defesa abaixo do normal), como no caso de idosos ou de quem acabou de passar por uma cirurgia. (3).

Acrescenta a SUPER Interessante: "Mas a bactéria não é o fator mais importante e, sim, o paciente enfraquecido", conta o médico Edmundo Machado Ferraz, da Universidade Federal de Pernambuco. (3).

Os micróbios que causaram furor em Gloucester são de cepas diferentes, conclui a revista. (3).

Observação - Fasciite necrosante, fasciite necrolizante, fasciite necrotizante ou fasciite necrótica vem a ser a inflamação da fáscia, uma espécie de capa protetora que reveste os músculos. Tal inflamação pode ser produzida por uma bactéria sozinha ou por uma combinação delas. Geralmente são infecções resistentes aos antibióticos. O tratamento cirúrgico deve ser realizado o mais rápido possível, para remover os tecidos necrosados, e assim, dar passagem aos antibióticos e principalmente às células brancas.

Outra observação - Ontem - No caso do Hospital da Inglaterra, foi considerado vilão o Estreptococo A. Hoje - No caso do Hospital dos Estados Unidos, estão sendo consideradas vilãs as Aeromonas hydrophila. Amanhã - Em qualquer Hospital do mundo, serão consideradas vilãs qualquer tipo de bactéria, desde que elas encontrem um terreno fértil (pessoas enfraquecidas imunologicamente). De acordo com o texto da revista Veja, a estudante Aimee foi internada três dias após o acidente, sentido dores na perna machucada e apresentando febre alta, o que é um forte indicativo de infecção. Como no mesmo dia do internamento ela têve a perna esquerda amputada, é de se imaginar que estivesse com uma infecção gravíssima nesta região. No entanto, fica-se sem saber o que aconteceu, exatamente, entre o dia do acidente e o dia da internação. Os 22 pontos cirúrgicos chegaram a contribuir para a infecção? Qual o medicamento ou quais os medicamentos que ela usou durante esses três dias? Qual o estado psicológico dela? E, o que é mais difícil, qual o estado imunológico da paciente durante esse período? De qualquer maneira, em casos de infecção (preventivamente ou curativamente), a auto-hemoterapia é indicada. Quanto mais cedo ela for realizada melhor. Mas... No próximo artigo, o 6º e último episódio com a tríade inflamações, infecções e complicações. Não percam.

(a*) - Georgia - É um dos 50 estados dos Estados Unidos, localizado na região sudeste do país. Sua capital é Atlanta. É em Atlanta que se encontra o famoso C. D. C. (Centers for Disease Control and Prevention). E o C. D. C. é um dos locais aonde se encontra armazenado o temível vírus da varíola. O outro local é um laboratório próximo à Moscou. (3). (b*) - Tirolesa - Atividade esportiva de aventura, originária da região de Tirol, na Áustria. É considerado um esporte radical. (3).

Alô leitores musicais - A música é uma famosa canção da Bossa Nova, lançada em 1962, chamada "Garota de Ipanema", cujos autores são Tom Jobim (1927-1994) e Vinicius de Moraes (1913-1980). (3).

Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Boa leitura e bom dia.

Aracaju, 14 de julho de 2012.

Jorge Martins Cardoso - Médico - CRM 573.

Fontes: (1) - Revista Veja - Editora Abril - Edição nº 2.272 - Ano 45 - Nº 23 - 6 de junho de 2012 - Páginas 7 e 126 - Medicina - Bactéria está devorando uma jovem americana aos poucos. (página 7) - Tiragem - 1.205.759 exemplares. (2) - Microbiologia Médica - Ernest Jawetz, Joseph L. Melnick e Edward A. Adelberg - Editora Guanabara Koogan S. A. - Rio de Janeiro, GB - 1970 - 8ª Edição Americana - 2ª Edição Brasileira - página 248 - (534 páginas). (3) - Dra. Internet, Dr. Google e Dra. Wikipédia.
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Sábado, 28 de Julho de 2012

Porque a aht não é submetida à pesquisas em laboratorios?

http://inforum.insite.com.br/39550/12566362.html

 

 

Data: 25/07/2012 16:52:21
De: dom felix
IP: 189.92.229.224
Assunto: Re: Re: Re: Re: Relatos para Dr. Luiz Moura O DR. MOURA NÃO USA A INTERNET NEM PC
  Porque a aht não é submetida à  pesquisas em laboratorios? Do que eles têm medo?
Diminuir o faturamento ? Prejudicar a venda de medicamentos que não servem para nada?
Enganar a população?
Faço AHT a mais de 15 anos e me sinto muito bem, com 80 anos, saude completa e aparencia de 50 aninhos, e  casado com  uma jovem mulher. AHT RESOLVE TODOS OS MEUS PROBLEMAS.
QUEM DESEJARMAIS INFORMAÇÕES PODE LIGAR. ESTOU A DISPOSIÇÃO.  85 9696 3298.
Não vá em conversa de laboratório!  A AHT é praticada desde 1940,  durante a guerra mundial.

 

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Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

Centro Médico Rush Presbyterian St. Luke, em Chicago comprova cura da Herpes Zoster

http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/centro-m-dico-rush-presbyterian-st-luke-em-chicago-comprova-cura?xg_source=activity

 

Relato de casos do Centro Médico Rush Presbyterian St. Luke, em Chicago, IL, EUA para Herpes Zoster. Uma resposta de 100% favorável em 20 pacientes que receberam auto-hemoterapia dentro de 7 semanas a 9 semanas com o desaparecimento dos sinais clínicos da doença e sem sinais ou sintomas indesejáveis em função do tratamento. Auto-hemoterapia tem se demonstrado eficaz na eliminação de sequelas clínicas nesses casos de infecções por herpes.

Successful treatment of herpetic infections by autohemotherapy.

Source

Rush Presbyterian St. Luke's Medical Center, Chicago, IL, USA.

Abstract

Herpes zoster (shingles) affects a significant number of individuals over age 50. To date, no satisfactory treatment has been available. The clinician author (JHO) witnessed a dramatic response of a shingles patient to autohemotherapy: the pain was completely relieved and lesions gone within 5 days with no recurrence of either. Treatment of other herpetic patients then began with autohemotherapy. Twenty-five patients with herpes were given an autologous blood transfer of 10 mL of blood from the antecubital vein into the gluteal bundle and followed for clinical signs. A 100% favorable response occurred in 20 patients who received autohemotherapy within 7 weeks of the onset of clinical signs and 1 other who received autohemotherapy at a 9-week interval. No untoward signs or symptoms of the treatment occurred. Autohemotherapy has been demonstrated to be effective in elimination of clinical sequelae in these cases of herpes infections and these results justify further rigorous clinical investigation.

PMID:9395705 [PubMed - indexed for MEDLINE]

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9395705

Será quando vão autorizar as pesquisas no Brasil ?

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Quarta-feira, 18 de Julho de 2012

Auto-hemoterapia

http://api.ning.com/files/Q7ykpx3bpx8gMFEs4vzu5GL0NrjV0tzRH5x9ICJTpoNnoo7DSOGxnTn*JyPHD3XmPXNUS8voZmX1xisc8C3PWdF6UPtqEOBe/Rafael_Noronha.jpg

O PILOTO RAFAEL NORONHA DE MOTO VELOCIDADE {#emotions_dlg.ok}{#emotions_dlg.star}{#emotions_dlg.star}{#emotions_dlg.star}{#emotions_dlg.star} FAZENDO AUTO-HEMOTERAPIA  http://amigosdacura.ning.com/video/auto-hemoterapia

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Dr. Jorge Martins Cardoso - Artigo 98 - 4º episódio

http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/auto-hemoterapia-dr-fleming-e-os-antibi-ticos-artigo-98-xcviii?xg_source=activity

 

 

Dr. Jorge Martins Cardoso - Artigo 98 - 4º episódio - 3ª parte.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

Artigo 98 - (XCVIII)

Inflamações, infecções e complicações...

4º episódio - "NÃO HÁ MOTIVO PARA PÂNICO" - 3ª parte - Os leitores pouco avisados podem estar imaginando que "superbactéria" significa uma bactéria de grandes dimensões. Não é bem assim. Quando se fala "superbactéria" significa que estamos nos referindo à uma bactéria que apresenta acentuada resistência aos antibióticos de um modo geral. O texto da revista Veja faz referência à bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) que se originou da conhecida bactéria Klebsiella pneumoniae. Ao invés de ler superbactéria KPC, entenda-se superresistente bactéria KPC. Fica melhor assim. (1).

A reportagem da revista Veja deixa claro que a superresistente bactéria KPC, é realmente resistente à maioria dos antibióticos, e que a KPC ataca principalmente as pessoas que apresentam deficiência imunológica. Sendo assim, aqui nos encontramos diante de uma situação na qual, existem dois bons motivos para a indicação da auto-hemoterapia. O primeiro motivo é que a maioria dos antibióticos não conseguem debelar a infecção produzida pelas superresistentes KPC. O segundo motivo é que os pacientes estão com o sistema imunológico debilitado. (1).

Como já sabemos, a auto-hemoterapia aumenta em quatro vezes o número de macrófagos, - importantes células do sistema imunológico -, aumentando assim em quatro vezes a resistência imunitária. Lembrando mais uma vez que após a auto-hemoterapia, a taxa de macrófagos passa de 5% para 20 ou 22%. Em casos que tais (infecção com a superresistente bactéria KPC), além de a maioria dos antibióticos não freiarem a infecção, existem os riscos inerentes ao seu uso, como por exemplo as reações alérgicas, com destaque para o temido choque anafilático. Já a auto-hemoterapia é absolutamente inofensiva. Jamais ocorre choque anafilático.

Na reportagem da revista Veja, na página 100, consta uma fotografia do Dr. Alexander Fleming, com a seguinte legenda: Fleming - em 1928, o bacteriologista escocês descobriu a penicilina, o primeiro antibiótico. (1).

Como quem deu origem à toda essa balburdia foi a danadinha da bactéria Klebsiella pneumoniae, vejamos o que nos informa alguns livros de medicina sobre a "noviça rebelde".

Livro de microbiologia médica - Neste livro, a Klebsiella pneumoniae é estudada no capítulo 18 - Bactérias Gram-Negativas Intestinais. Bactérias coliformes. As bactérias coliformes correspondem a um grupo amplo e heterogêneo de bastonetes Gram-negativos que, até certo ponto, se assemelham ao Escherichia coli. A complexidade do grupo, a variabilidade de resultados de testes bioquímicos e a modificação das relações ecológicas têm levado a uma confusa profusão de nomes. Além do Escherichia coli, que é proveniente do trato intestinal, freqüentemente incluem-se os seguintes grupos entre os "coliformes". (1) - Grupo Klebsiella-Aerobacter-Hafnia-Serratia. Amostras típicas de Klebsiella pneumoniae, originalmente conhecida como um patogênico do trato respiratório, constituem hoje o mais comum dos seus representantes, especialmente em infecções hospitalares. Caracteriza-se pelo crescimento mucoso, com grandes cápsulas constituídas por polissacarídeos e ausência de mobilidade. (2) - Grupo Arizona-Edwardsiella-Citrobacter. (3) - Grupo "Providence". (2).

Morfologia e Identificação - A) Células típicas - As cápsulas são raras na Escherichia coli, mais freqüentes em Aerobacter, e grandes e regulares em Klebsiella. A mobilidade é observada na maioria das amostras de Escherichia coli, bem como em alguns Aerobacter. Não se observa em Klebsiella. B) Cultivo - As colônias de Klebsiella são grandes, muito mucóides e tendem a coalescer, com a incubação prolongada. C) Características do crescimento - As klebsiellas também fermentam vários carboidratos, mas as variações entre as amostras são muito grandes. (2).

Patogenia e patologia - A Klebsiella pneumoniae ocorre no trato respiratório e nas fezes de cerca de 5% dos indivíduos normais, e é o agente etiológico responsável por uma pequena proporção (cerca de 2%) das pneumonias bacterianas. Este microorganismo causa, ocasionalmente, infecções no trato urinário, ou enterites em crianças. Tratamento - Não de dispõe de nenhuma terapêutica específica. As sulfonamidas, ampicilina, estreptomicina, cloranfenicol, tetraciclinas, polimixinas e canamicina mostram ação antibacteriana acentuada contra o grupo coliforme. As klebsiella são sensíveis às cefalosporinas. (2).

Livro de Doenças Infecciosas e Parasitárias - Neste livro, a Klebsiella pneumoniae é encontrada no capítulo 38, quando estudamos as Pneumonias Bacterianas. Conceito - Trata-se de doenças infecciosas agudas, produzidas por grande variedade de bactérias, e que têm por característica fundamental o acometimento pulmonar que leva à consolidação parenquimatosa, ou seja, o preenchimento das luzes bronquíolo-alveolares por exsudado inflamatório celular. (3).

Pneumonia por Bacilos de Friedländer - Parece mais comum do que habitualmene se pensa. Causada pela Klebsiella pneumoniae, bacilo Gram-negativo, encapsulado, do qual mais de 50 tipos foram reconhecidos. Embora os tipos 1 a 6 sejam os responsáveis habituais por quadro de doenças, mesmo eles podem ser encontrados no trato respiratório de indivíduos normais. Do ponto de vista clínico, ao lado de sua característica incidência em alcoólatras e em pessoas previamente debilitadas, temos o aspecto do escarro - acastanhado, pegajoso, abundante, que deve levar à suspeita diagnóstica, facilmente comprovada pela feitura de esfregaço corado pelo Gram. Tratamento - Penicilina, estreptomicina, cloranfenicol, tetraciclinas, eritromicina, oleandomicina e novobiocina. (3).

Outra observação - Neste livro, entre as diversas pneumonias bacterianas, são estudadas a pneumonia pneumocócica (Diplococcus (Streptococcus) pneumoniae), a pneumonia estreptocócica (Streptococcus hemolyticus), a pneumonia estafilocócica (Micrococcus pyogenes aureus) e a pneumonia por bacilos de Friedländer (Klebsiella pneumoniae). Acrescenta o livro: "Antes do advento dos antibióticos a mortalidade era alta. Em 1934, antes portanto do aparecimento das sulfas em medicina, a mortalidade nos Estados Unidos era de 65 por 100.000 habitantes; já em 1944, quando a penicilina começava a ser usada, tal taxa caíra para 33,4. (3).

Livro de Farmacologia Clínica e Terapêutica - Neste livro, a Klebsiella pneumoniae é encontrada na terceira seção, parte XXVII, quando se estuda as Doenças Infecciosas e Parasitárias. Infecções causadas por Klebsiella-Aerobacter - As bactérias do grupo Klebsiella-Aerobacter são, depois da Escherichia coli, os mais importantes germens entéricos capazes de infectar o homem. O gênero Klebsiella é intimamente relacionado com o Aerobacter (Enterobacter) e Serratia, constituindo os dois primeiros, juntamente com a Escherichia coli, as chamadas bactérias "coliformes". Muitos laboratórios não diferenciam o grupo Klebsiella-Aerobacter da Escherichia coli, o que constitui potencialmente um grave erro, já que cepas de Klebsiella-Aerobacter são em geral mais resistentes aos antibióticos do que a E. coli e seu isolamento no sangue, exsudatos purulentos ou urina tem significação prognóstica mais grave. (4).

A espécie mais conhecida do grupo é a Klebsiella pneumoniae, reconhecida como um importante agente patogênico pulmonar desde que foi descrita pela primeira vez por Friedländer em 1882. A significação patogênica do Aerobacter e Serratia é menos conhecida, mas ambos podem atuar como agentes patogênicos, especialmente na qualidade de invasores "oportunistas" em pacientes já infectados por outros germens. (4).

Embora as infecções pulmonares por Klebsiella tenham sido sempre as mais conhecidas, as infecções urinárias contribuem atualmente com a maior parte dos casos em que esse gérmen é isolado. As infecções das vias biliares, cavidade peritoneal, ouvido médio, mastóide, seios paranasais e meninges também não são raras. Nessas localizações a Klebsiella é mais freqüente do que o Aerobacter e Serratia, além de causar doenças de maior gravidade. Tais infecções produzem quadros clínicos indistinguíveis dos causados pela E. coli. As infecções pelo grupo Klebsiella-Aerobacter representam importante fator etiológico no choque séptico. (4).

Tratamento - É muito variável a sensibilidade dos germens pertencentes a este grupo frente aos diversos antibióticos, o que torna de grande importância a execução de antibiograma. A maioria das cepas mostra-se sensível, entretanto, à gentamicina, ampicilina e Kanamicina. As cefalosporinas atuam sobre a maioria das cepas de Klebsiella e Serratia mas não sobre o Aerobacter. Qualquer que seja o antibiótico ou antibióticos usados, o tratamento deve durar pelo menos 10 a 14 dias, prolongando-se ainda mais em presença de cavitação. É indispensável a drenagem do empiema pleural. (4).

Outra observação - A danadinha da Klebsiella pneumoniae, a nossa querida piriguete, a nossa querida "noviça rebelde", sabe-se agora, pode até ser rebelde, pode até ser nociva, mas não é tão noviça assim, pois, já completou 130 anos de existência graças ao senhor Friedländer.

Alô leitores musicais - A greve continua.

Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

Aracaju, 6 de julho de 2012.

Jorge Martins Cardoso - Médico - CM 573.

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Sexta-feira, 13 de Julho de 2012

4º episódio - "NÃO HÁ MOTIVO PARA PÂNICO"

http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/auto-hemoterapia-dr-fleming-e-os-antibi-ticos-artigo-98-xcviii?xg_source=activity

 

 

Dr. Jorge Martins Cardoso - Artigo 98 - 4º episódio - 3ª parte.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

Artigo 98 - (XCVIII)

Inflamações, infecções e complicações...

4º episódio - "NÃO HÁ MOTIVO PARA PÂNICO" - 3ª parte - Os leitores pouco avisados podem estar imaginando que "superbactéria" significa uma bactéria de grandes dimensões. Não é bem assim. Quando se fala "superbactéria" significa que estamos nos referindo à uma bactéria que apresenta acentuada resistência aos antibióticos de um modo geral. O texto da revista Veja faz referência à bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) que se originou da conhecida bactéria Klebsiella pneumoniae. Ao invés de ler superbactéria KPC, entenda-se superresistente bactéria KPC. Fica melhor assim. (1).

A reportagem da revista Veja deixa claro que a superresistente bactéria KPC, é realmente resistente à maioria dos antibióticos, e que a KPC ataca principalmente as pessoas que apresentam deficiência imunológica. Sendo assim, aqui nos encontramos diante de uma situação na qual, existem dois bons motivos para a indicação da auto-hemoterapia. O primeiro motivo é que a maioria dos antibióticos não conseguem debelar a infecção produzida pelas superresistentes KPC. O segundo motivo é que os pacientes estão com o sistema imunológico debilitado. (1).

Como já sabemos, a auto-hemoterapia aumenta em quatro vezes o número de macrófagos, - importantes células do sistema imunológico -, aumentando assim em quatro vezes a resistência imunitária. Lembrando mais uma vez que após a auto-hemoterapia, a taxa de macrófagos passa de 5% para 20 ou 22%. Em casos que tais (infecção com a superresistente bactéria KPC), além de a maioria dos antibióticos não freiarem a infecção, existem os riscos inerentes ao seu uso, como por exemplo as reações alérgicas, com destaque para o temido choque anafilático. Já a auto-hemoterapia é absolutamente inofensiva. Jamais ocorre choque anafilático.

Na reportagem da revista Veja, na página 100, consta uma fotografia do Dr. Alexander Fleming, com a seguinte legenda: Fleming - em 1928, o bacteriologista escocês descobriu a penicilina, o primeiro antibiótico. (1).

Como quem deu origem à toda essa balburdia foi a danadinha da bactéria Klebsiella pneumoniae, vejamos o que nos informa alguns livros de medicina sobre a "noviça rebelde".

Livro de microbiologia médica - Neste livro, a Klebsiella pneumoniae é estudada no capítulo 18 - Bactérias Gram-Negativas Intestinais. Bactérias coliformes. As bactérias coliformes correspondem a um grupo amplo e heterogêneo de bastonetes Gram-negativos que, até certo ponto, se assemelham ao Escherichia coli. A complexidade do grupo, a variabilidade de resultados de testes bioquímicos e a modificação das relações ecológicas têm levado a uma confusa profusão de nomes. Além do Escherichia coli, que é proveniente do trato intestinal, freqüentemente incluem-se os seguintes grupos entre os "coliformes". (1) - Grupo Klebsiella-Aerobacter-Hafnia-Serratia. Amostras típicas de Klebsiella pneumoniae, originalmente conhecida como um patogênico do trato respiratório, constituem hoje o mais comum dos seus representantes, especialmente em infecções hospitalares. Caracteriza-se pelo crescimento mucoso, com grandes cápsulas constituídas por polissacarídeos e ausência de mobilidade. (2) - Grupo Arizona-Edwardsiella-Citrobacter. (3) - Grupo "Providence". (2).

Morfologia e Identificação - A) Células típicas - As cápsulas são raras na Escherichia coli, mais freqüentes em Aerobacter, e grandes e regulares em Klebsiella. A mobilidade é observada na maioria das amostras de Escherichia coli, bem como em alguns Aerobacter. Não se observa em Klebsiella. B) Cultivo - As colônias de Klebsiella são grandes, muito mucóides e tendem a coalescer, com a incubação prolongada. C) Características do crescimento - As klebsiellas também fermentam vários carboidratos, mas as variações entre as amostras são muito grandes. (2).

Patogenia e patologia - A Klebsiella pneumoniae ocorre no trato respiratório e nas fezes de cerca de 5% dos indivíduos normais, e é o agente etiológico responsável por uma pequena proporção (cerca de 2%) das pneumonias bacterianas. Este microorganismo causa, ocasionalmente, infecções no trato urinário, ou enterites em crianças. Tratamento - Não de dispõe de nenhuma terapêutica específica. As sulfonamidas, ampicilina, estreptomicina, cloranfenicol, tetraciclinas, polimixinas e canamicina mostram ação antibacteriana acentuada contra o grupo coliforme. As klebsiella são sensíveis às cefalosporinas. (2).

Livro de Doenças Infecciosas e Parasitárias - Neste livro, a Klebsiella pneumoniae é encontrada no capítulo 38, quando estudamos as Pneumonias Bacterianas. Conceito - Trata-se de doenças infecciosas agudas, produzidas por grande variedade de bactérias, e que têm por característica fundamental o acometimento pulmonar que leva à consolidação parenquimatosa, ou seja, o preenchimento das luzes bronquíolo-alveolares por exsudado inflamatório celular. (3).

Pneumonia por Bacilos de Friedländer - Parece mais comum do que habitualmene se pensa. Causada pela Klebsiella pneumoniae, bacilo Gram-negativo, encapsulado, do qual mais de 50 tipos foram reconhecidos. Embora os tipos 1 a 6 sejam os responsáveis habituais por quadro de doenças, mesmo eles podem ser encontrados no trato respiratório de indivíduos normais. Do ponto de vista clínico, ao lado de sua característica incidência em alcoólatras e em pessoas previamente debilitadas, temos o aspecto do escarro - acastanhado, pegajoso, abundante, que deve levar à suspeita diagnóstica, facilmente comprovada pela feitura de esfregaço corado pelo Gram. Tratamento - Penicilina, estreptomicina, cloranfenicol, tetraciclinas, eritromicina, oleandomicina e novobiocina. (3).

Outra observação - Neste livro, entre as diversas pneumonias bacterianas, são estudadas a pneumonia pneumocócica (Diplococcus (Streptococcus) pneumoniae), a pneumonia estreptocócica (Streptococcus hemolyticus), a pneumonia estafilocócica (Micrococcus pyogenes aureus) e a pneumonia por bacilos de Friedländer (Klebsiella pneumoniae). Acrescenta o livro: "Antes do advento dos antibióticos a mortalidade era alta. Em 1934, antes portanto do aparecimento das sulfas em medicina, a mortalidade nos Estados Unidos era de 65 por 100.000 habitantes; já em 1944, quando a penicilina começava a ser usada, tal taxa caíra para 33,4. (3).

Livro de Farmacologia Clínica e Terapêutica - Neste livro, a Klebsiella pneumoniae é encontrada na terceira seção, parte XXVII, quando se estuda as Doenças Infecciosas e Parasitárias. Infecções causadas por Klebsiella-Aerobacter - As bactérias do grupo Klebsiella-Aerobacter são, depois da Escherichia coli, os mais importantes germens entéricos capazes de infectar o homem. O gênero Klebsiella é intimamente relacionado com o Aerobacter (Enterobacter) e Serratia, constituindo os dois primeiros, juntamente com a Escherichia coli, as chamadas bactérias "coliformes". Muitos laboratórios não diferenciam o grupo Klebsiella-Aerobacter da Escherichia coli, o que constitui potencialmente um grave erro, já que cepas de Klebsiella-Aerobacter são em geral mais resistentes aos antibióticos do que a E. coli e seu isolamento no sangue, exsudatos purulentos ou urina tem significação prognóstica mais grave. (4).

A espécie mais conhecida do grupo é a Klebsiella pneumoniae, reconhecida como um importante agente patogênico pulmonar desde que foi descrita pela primeira vez por Friedländer em 1882. A significação patogênica do Aerobacter e Serratia é menos conhecida, mas ambos podem atuar como agentes patogênicos, especialmente na qualidade de invasores "oportunistas" em pacientes já infectados por outros germens. (4).

Embora as infecções pulmonares por Klebsiella tenham sido sempre as mais conhecidas, as infecções urinárias contribuem atualmente com a maior parte dos casos em que esse gérmen é isolado. As infecções das vias biliares, cavidade peritoneal, ouvido médio, mastóide, seios paranasais e meninges também não são raras. Nessas localizações a Klebsiella é mais freqüente do que o Aerobacter e Serratia, além de causar doenças de maior gravidade. Tais infecções produzem quadros clínicos indistinguíveis dos causados pela E. coli. As infecções pelo grupo Klebsiella-Aerobacter representam importante fator etiológico no choque séptico. (4).

Tratamento - É muito variável a sensibilidade dos germens pertencentes a este grupo frente aos diversos antibióticos, o que torna de grande importância a execução de antibiograma. A maioria das cepas mostra-se sensível, entretanto, à gentamicina, ampicilina e Kanamicina. As cefalosporinas atuam sobre a maioria das cepas de Klebsiella e Serratia mas não sobre o Aerobacter. Qualquer que seja o antibiótico ou antibióticos usados, o tratamento deve durar pelo menos 10 a 14 dias, prolongando-se ainda mais em presença de cavitação. É indispensável a drenagem do empiema pleural. (4).

Outra observação - A danadinha da Klebsiella pneumoniae, a nossa querida piriguete, a nossa querida "noviça rebelde", sabe-se agora, pode até ser rebelde, pode até ser nociva, mas não é tão noviça assim, pois, já completou 130 anos de existência graças ao senhor Friedländer.

Alô leitores musicais - A greve continua.

Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

Aracaju, 6 de julho de 2012.

Jorge Martins Cardoso - Médico - CM 573.

publicado por divagomessa às 23:49
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